"Feliz daquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina"
Cora Coralina
Sou a RÉ do Márlon ,mãe de três lindas filhas.Ingrid,Desirêe e Lorraine.Sou Fotógrafa/Artesã/mulher e penso que essa é minha maior vocação. E sustentar-se como mulher, significa ser capaz de enfrentar diariamente leões, de correr pra dar conta dos recados.Sou Romântica, autêntica, espalhafatosa, comunicativa,alegre.Amo as cores,as flores,me encanto com o belo e aprecio o saber.Aqui Iremos nos conhecendo...Conquistando,aprendendo.Isso Me realiza!Me completa!
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
quarta-feira, 11 de maio de 2011
A estação mais fria está se aproximando....Ah! Temos tanto aconchego,tantas intensões gastronômicas, tantos planos de viagens....Tantos fins de semana gostosos ,vendo áquele filminho em baixo das cobertas, com nossos amados ao redor.Que delícia hein? Mas eu passei por aqui, pra te convidar a compartilhar com aqueles que não tem abrigo,que esperam um afeto e um afago que te olham com olhar sofrido,que esperam que repartas o ,pão.BEM SEI QUE ESTE ESPAÇO CORRESPONDE AOS NOSSOS DESEJOS,nossas curtições...Mas cabe também a lembrança do que somos.Gente boa,que sabe muito bem o que é não ter.Que se compadesse da dor alheia , e entende que tudo pode se tornar melhor a partir de você!.E então? Vamos lá?
Desejo deixar claro que não represento nenhuma instituição.Mas deliberadamente indico lugares onde você poderá ser servil.
Dê um passeio pela praça pública do centro de sua cidade,sempre haverá uma mão estendida.
Visite abrigos,orfanatos,presídios,hospitais infantis,aqui no rio por exemplo a um Hospital que se Chama Hemorio, na Frei Caneca ,onde há vários pacientes que se tratam com Leucemia entre outras doenças degenerativas.Eu mesma tive um familiar ali ,com leucemia com 12 anos.E vivenciei o drama de muitos que vem até de outras cidades e Estados buscando tratamento sem nenhum trocado as vezes nem pra comer,até ter o apoio do próprio hospital ,muitos sem infromações dormem em bancos ,passam sufoco,(frio,descaso, fome)- para poder dar assistência aos seus amados.Formem grupos de amigos,se doem um pouquinho.Sei que vocês são criativos e capazes, vejo isso diariamente por aqui.E conto com a compreensão e com esse desapego ao que só nos convém.Há vida lá fora! Vida sedenta ,vida mal tratada.Vida sem vida.Ah ! no setor infantil por exemplo deste Hospital, há uma área recreativa para as crianças.você pode também doar brinquedos, lápis de cor, papel, filmes em dvds.Seja generoso!E que Deus te abençõe!
segunda-feira, 2 de maio de 2011
Alegria de viver
A alegria é o único sentimento que, em vez de ser diminuído e dividido, deve – de preferência – ser somado e multiplicado aos montes... A energia da alegria é contagiante e impulsiona. Por isso contagie a todos com sua alegria, sem vergonha de parecer maluco ou ridículo. Esbanje esse sentimento começando pelo sorriso... Além de ser a demonstração mais visível da alegria, o sorriso ajuda a prevenir o envelhecimento, as rugas e diversos tipos de doenças. Nos Estados Unidos já existem grupos de pessoas que se reúnem regularmente com um único intuito: trocar gargalhadas.Encarar a vida com alegria é a melhor maneira de ter mais saúde, atrair amizades e – quem sabe um grande amor. Afinal, o sorriso costuma ser a senha para uma aproximação, uma conversa, uma dança. É a porta de entrada de nosso coração. Ficar de cara amarrada só espanta as pessoas.
Desarme-se, a guerra não leva à nada. Uma postura ameaçadora, em guarda, conduz gradativamente a uma vida solitária e vazia. E ninguém sonha com um futuro assim! Dê-se uma chance; faça algo diferente – alimente a alma! Mexa-se, saia; dê espaço ao novo em sua vida. Relaxe – aproveite o dia... Não deixe a vida passar sem experimentar essa sensação transformadora.
Tadashi Kadomoto
sábado, 30 de abril de 2011
Qual seria a sua escolha?
Vejamos se você é bom em "tomar decisões"
Um grupo de crianças brinca próximo a duas vias férreas, uma das vias ainda está em uso e a outra está desativada. Apenas uma criança brinca na via desativada, as outras na via em operação. O trem está vindo e você está exatamente sobre aquele aparelho que pode mudar o trem de uma linha para outra. Você pode fazer o trem mudar seu curso para a pista desativada e salvar a vida da maioria das crianças. Entretanto, isto significa que a solitária criança que brinca na via desativada será sacrificada. Você deixaria o trem seguir seu caminho? VOCÊ TEM QUE TOMAR UMA DECISÃO! O TREM NÃO VAI PARAR ESPERANDO POR VOCÊ!
A maioria das pessoas escolherá desviar o trem e sacrificar só uma criança. Você pode ter pensado da mesma forma, eu acho...
Exatamente, salvar a vida da maioria das crianças à custa de uma só criança é a decisão mais racional que a maioria das pessoas tomaria, moralmente e emotivamente. Mas você pensou que a criança que escolheu brincar na via desativada foi a única que tomou a decisão correta de brincar num lugar seguro?
Não obstante, ela tem que ser sacrificada por causa de seus amigos ignorantes que escolheram brincar onde estava o perigo...
Este tipo de dilema acontece ao nosso redor todos os dias. No escritório, na comunidade, na política... E especialmente numa sociedade democrática, a minoria freqüentemente é sacrificada pelo interesse da maioria, não importa quão tola ou ignorante a maioria seja e nem a visão de futuro e o conhecimento da minoria.
Além do mais, se a via tinha sido desativa, provavelmente não era segura. Se você desviou o trem para a outra via, colocou em risco a vida de todos os passageiros. E em sua tentativa de salvar algumas crianças sacrificando apenas uma, você pode acabar sacrificando centenas de pessoas.
Se estamos com nossas vidas cheias de fortes decisões que precisam ser tomadas, nós não podemos esquecer que decisões apressadas nem sempre levam ao lugar certo.
Lembre-se de que o que é correto nem sempre é popular... e o que é popular nem sempre é correto. E que todo o mundo comete erros; foi por isso que inventaram a borracha e o apagador.
O que fazemos com nossas inocentes escolhas?
Você já ouviu a estória do pavão e o dono das minhocas?
Conta essa alegoria que um certo pavão estava cansado de procurar minhocas para comer e viu que um certo criador de minhoca da região tinha muitas delas e foi pedir a ele que lhe permitisse comer algumas minhocas.
O criador de minhocas disse:
- Claro, pode vir, basta que, ao entrar em minha fazenda você deixe uma de suas penas; afinal o que é uma simples pena para quem tem tantas?
O pavão achou justo e deixou uma pena na entrada da propriedade, encheu o papo de minhocas e saiu satisfeito. No outro dia voltou, e no outro, e no outro, até que, sem perceber, deixou a última de suas penas com o criador de minhocas. Observou, então, que estava com uma aparência horrível e, desprezado por todos no lugar, só lhe restou refugiar-se nas cavernas próximas. Porém nelas havia morcegos, vampiros e... lá, o lindo pavão encontrou seu fim.
Quantas vezes buscamos as coisas "fáceis" da vida, o divertimento fácil e instantâneo. Preferimos correr atrás da felicidade do momento porque “uma noite de farra não é nada para quem tem a vida toda pela frente”.
Aliás, por que viver o "sacrifício" das renúncias? Um copo de whisky, um cigarro ou algo que nos faça mal não faz diferença, apenas proporciona a satisfação daquele momento, não compromete nossas vidas. No entanto, quando se percebe o que ficou comprometido, pode ser tarde demais.
Conta essa alegoria que um certo pavão estava cansado de procurar minhocas para comer e viu que um certo criador de minhoca da região tinha muitas delas e foi pedir a ele que lhe permitisse comer algumas minhocas.
O criador de minhocas disse:
- Claro, pode vir, basta que, ao entrar em minha fazenda você deixe uma de suas penas; afinal o que é uma simples pena para quem tem tantas?
O pavão achou justo e deixou uma pena na entrada da propriedade, encheu o papo de minhocas e saiu satisfeito. No outro dia voltou, e no outro, e no outro, até que, sem perceber, deixou a última de suas penas com o criador de minhocas. Observou, então, que estava com uma aparência horrível e, desprezado por todos no lugar, só lhe restou refugiar-se nas cavernas próximas. Porém nelas havia morcegos, vampiros e... lá, o lindo pavão encontrou seu fim.
Quantas vezes buscamos as coisas "fáceis" da vida, o divertimento fácil e instantâneo. Preferimos correr atrás da felicidade do momento porque “uma noite de farra não é nada para quem tem a vida toda pela frente”.
Aliás, por que viver o "sacrifício" das renúncias? Um copo de whisky, um cigarro ou algo que nos faça mal não faz diferença, apenas proporciona a satisfação daquele momento, não compromete nossas vidas. No entanto, quando se percebe o que ficou comprometido, pode ser tarde demais.
domingo, 10 de abril de 2011
quinta-feira, 7 de abril de 2011
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